domingo, julho 09, 2006

Pseudo-Inverno

Por entre os olhares da manhã
Ela me olha,toca e fere
Que ardor é este
Que não aquece
Mas sim arrefece
Como se o Inverno se abatesse
no Mundo e tudo de belo perecece
Eis então que eu em vão
faço uma preçe
A todas as forças
inerentes ao ser humano
Do interior para o exterior
Eu exigo liberdade!
De movimentos, de pensamento
Do amor abusivo e meloso
Sou eu que o peço.

1 comentário:

Anónimo disse...

E és tu o único que pode libertar-se. Depende de ti e só de ti...

E já agora, toca a por coisas num tom mais alegre moço! Já vai sendo tempo :P