O tempo é nesta altura um aliado
Pois sem ele a dor não passa ao lado
vivo e martirizo-me
por ter acreditado e agora ser enganado
sonhei que era feliz
mas eu era apenas um aprendiz
hoje quero esquecer
para continuar a viver
numa dicotomia está a minha cabeça
e assim não há sanidade que prevaleça
a angústia transforma-se em doença
e a desavença interior esmaga-me os sentidos
os meus caminhos estão perdidos
e os meus receios desmedidos
porque amei
e em retorno com nada fiquei?
quinta-feira, março 22, 2007
segunda-feira, março 19, 2007
Lodo
Na folhagem do Inverno
Paira a dor vigente do passado
Mas eis que surge um tornado
E cada um vai para seu lado
Talvez um renascer de um todo
Uma fuga repentina ao lodo
O sufoco submerge
Mas a solidão espreita
Esta oportunidade aproveita
Resta-me esperar que o tempo sare
Onde senti o que dei
E onde sem pudor amei
A abertura do corpo e da mente
Profunda dor me levou ao cerne do meu corpo
Há que esperar para voltar a amar
Sentimento que longe se avista
E ao passado não quero voltar
Leva-me onde quiseres
Mas não me percas de vista
Hoje sou realista.
Paira a dor vigente do passado
Mas eis que surge um tornado
E cada um vai para seu lado
Talvez um renascer de um todo
Uma fuga repentina ao lodo
O sufoco submerge
Mas a solidão espreita
Esta oportunidade aproveita
Resta-me esperar que o tempo sare
Onde senti o que dei
E onde sem pudor amei
A abertura do corpo e da mente
Profunda dor me levou ao cerne do meu corpo
Há que esperar para voltar a amar
Sentimento que longe se avista
E ao passado não quero voltar
Leva-me onde quiseres
Mas não me percas de vista
Hoje sou realista.
domingo, março 18, 2007
Neblina
As inoperâncias dos sentimentos
Mecanizam-se em tormentos
A chama que outrora alimentou
Hoje consome-me e a dor chamou
Sem conseguir esquecê-la
Sou como um barco sem vela
A deriva e à mercê das intempéries
Que nenhuma tagide consegue amenizar
Sou então um ser condenado
Que tudo o que quis foi ser amado
Porque a conquistei e no meio da neblina
Fui acabar prostrado perante esta v ida?
Tinha o sonho de viver
E antes dela perecer
Pois ela era o sol e a energia cristalina
Que movia este corpo que agora jaz morto
Se eu podesse voltar atrás fazia tudo igual
Pois ela para mim era o meu todo e ideal.
Mecanizam-se em tormentos
A chama que outrora alimentou
Hoje consome-me e a dor chamou
Sem conseguir esquecê-la
Sou como um barco sem vela
A deriva e à mercê das intempéries
Que nenhuma tagide consegue amenizar
Sou então um ser condenado
Que tudo o que quis foi ser amado
Porque a conquistei e no meio da neblina
Fui acabar prostrado perante esta v ida?
Tinha o sonho de viver
E antes dela perecer
Pois ela era o sol e a energia cristalina
Que movia este corpo que agora jaz morto
Se eu podesse voltar atrás fazia tudo igual
Pois ela para mim era o meu todo e ideal.
quinta-feira, março 15, 2007
Coração
Sinto-me perfurado pela vida
Trespassado pela morte
A minha cabeça gira
Por entre os novelos desta vida
Que se partem, unem e intersectam
Deixando intersticios que se regelam
O calor que me percorre o corpo
Fico a espreita e escuto
o silêncio que diz tudo
sinto o desamparo do vazio
que no fundo do mar jaz como um navio
espero pela dissecação
que me tome e consuma
por exumação do meu coração.
domingo, março 11, 2007
Entrem na viagem...
" Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Olha em frente e diz-me
Aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz, é a tua voz
Atenção, é a razão que tens
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
Á espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem,
Não leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estás de passagem
Vai aonde queres
Sê quem tu quiseres
(...)"
Pólo Norte - Deixa o Mundo Girar
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Olha em frente e diz-me
Aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz, é a tua voz
Atenção, é a razão que tens
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
Á espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem,
Não leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estás de passagem
Vai aonde queres
Sê quem tu quiseres
(...)"
Pólo Norte - Deixa o Mundo Girar
Para ver, ouvir, ler e pensar...
Não fiquem na margem, aproveitem ao máximo a viagem...
Não fiquem na margem, aproveitem ao máximo a viagem...
Traído
A agonia materializa-se
Os meus sonhos morrem
As memórias ferem-me
As suas imagens perseguem-me
Sinto-me traído e não convencido
E pela dor embrutecido
Hoje julgo-me
Amanhã culpo-me
E o futuro mata-me
Que estranho vazio
Ela me induziu
Fui crente e amante
E no fim apenas um ser distante
Porque abri o meu coração?
Vou enterra-lo 17 metros abaixo do chão.
Os meus sonhos morrem
As memórias ferem-me
As suas imagens perseguem-me
Sinto-me traído e não convencido
E pela dor embrutecido
Hoje julgo-me
Amanhã culpo-me
E o futuro mata-me
Que estranho vazio
Ela me induziu
Fui crente e amante
E no fim apenas um ser distante
Porque abri o meu coração?
Vou enterra-lo 17 metros abaixo do chão.
domingo, março 04, 2007
Aberto
Na inconsistência da verdade
Reside a natureza humana
A dor profana
A felicidade efémera
Que em nada tem de congénere
Oh…que vida esta
Que minúsculo corpúsculo me resta
A alegria e o amor não é concerteza
E assim eu ponho em cima da mesa
A minha vida que nada vale
A minha palavra aberta
Os meus receios desmedidos
A minha insurgência como ser humano
Quero descobrir o porquê de tudo
E tudo me confunde, ilude…
Trato-me a mim mesmo
Como poucos se conhecem
Por parvo ilusionista
Futurista, por tu…
Reside a natureza humana
A dor profana
A felicidade efémera
Que em nada tem de congénere
Oh…que vida esta
Que minúsculo corpúsculo me resta
A alegria e o amor não é concerteza
E assim eu ponho em cima da mesa
A minha vida que nada vale
A minha palavra aberta
Os meus receios desmedidos
A minha insurgência como ser humano
Quero descobrir o porquê de tudo
E tudo me confunde, ilude…
Trato-me a mim mesmo
Como poucos se conhecem
Por parvo ilusionista
Futurista, por tu…
quinta-feira, março 01, 2007
Solidão
O vazio consome-me
O meu coração está longe de incólume
As lágrimas flúem
Como o sangue que nas veias me sustém
Chorar é dor que arde sem se ver
É amar alguém e no fim perecer
Que sentimento de tristeza
Tamanha beleza provocou-me
Agora de saudades eu morro
E sem vontade para aqui e para ali corro
O meu corpo lentamente sucumbe
À injusta ressaca do amor
Não sei o que pensar da vida
O amor já não me abriga
A solidão cresce e aparece.
O meu coração está longe de incólume
As lágrimas flúem
Como o sangue que nas veias me sustém
Chorar é dor que arde sem se ver
É amar alguém e no fim perecer
Que sentimento de tristeza
Tamanha beleza provocou-me
Agora de saudades eu morro
E sem vontade para aqui e para ali corro
O meu corpo lentamente sucumbe
À injusta ressaca do amor
Não sei o que pensar da vida
O amor já não me abriga
A solidão cresce e aparece.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
