domingo, março 04, 2007

Aberto

Na inconsistência da verdade
Reside a natureza humana
A dor profana
A felicidade efémera
Que em nada tem de congénere
Oh…que vida esta
Que minúsculo corpúsculo me resta
A alegria e o amor não é concerteza
E assim eu ponho em cima da mesa
A minha vida que nada vale
A minha palavra aberta
Os meus receios desmedidos
A minha insurgência como ser humano
Quero descobrir o porquê de tudo
E tudo me confunde, ilude…
Trato-me a mim mesmo
Como poucos se conhecem
Por parvo ilusionista
Futurista, por tu…

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