
Caminhou...
Estava só, perdido, abandonado...
Caminho determinado, caminho desesperado...
Estrada desolada, alma crua e destapada...
A escuridão apertava, sufocava...
Não estava cego, mas nada via...
Não estava surdo, mas nada ouvia...
Nem o som do pensamento
Nem do peito o batimento...
Não desistiu, seguiu, prosseguiu, lutou, desejou...
Ao fundo alguém, uma luz
Puxava-o, chamava-o
Um sorriso!
Calor familiar, calma a inundar...
Passado?
Presente?
Futuro?
Não...
Simplesmente, intemporal!
Não o é o amor afinal?!
Estava só, perdido, abandonado...
Caminho determinado, caminho desesperado...
Estrada desolada, alma crua e destapada...
A escuridão apertava, sufocava...
Não estava cego, mas nada via...
Não estava surdo, mas nada ouvia...
Nem o som do pensamento
Nem do peito o batimento...
Não desistiu, seguiu, prosseguiu, lutou, desejou...
Ao fundo alguém, uma luz
Puxava-o, chamava-o
Um sorriso!
Calor familiar, calma a inundar...
Passado?
Presente?
Futuro?
Não...
Simplesmente, intemporal!
Não o é o amor afinal?!

2 comentários:
O amor é de facto intemporal...existe desde os primordios...homo-- e mais recente homo-sapiens..mas de facto penso que não é explicavel..cada um interpreta-o á sua maneira...e ás vezes outras pessoas completam o nosso ponto de vista..quando as coisas dão para o torto..distorcem o nosso ponto de vista...Love hurts...
respect!
Disseste ai uma palavra chave ... ;)
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